Blog da Clave

Conteúdo | marketing | RP 2.0

Como definir a pauta de conteúdo para blog

A plataforma dita se o conteúdo para blog será mais flexível ou não. Sendo institucional, tal flexibilidade ainda vale, porém, é preciso sempre ter em mente que se trata de uma ferramenta da própria empresa para se comunicar com seus públicos de interesse, bem como atender aos seus anseios.

Neste sentido, pare um momento e pense em qual público está mais propício a visitar o seu conteúdo para blog. É o mesmo que visita o site de sua empresa? É o mesmo que consome seus produtos ou serviços?

Para saber ao certo, verifique os dados de acesso do Blog e de seu site.

 

O Público segundo o Google Analytics

 

Ao acessar o Google Analytics de sua empresa, na barra lateral esquerda, procure por Público. Em Visão Geral, você encontrará itens que trata do local onde o acesso está vindo:

  • País
  • Idioma falado
  • Cidade
  • O navegador utilizado
  • Se é celular, qual o sistema operacional, a resolução da tela

 

Muitas informações que podem moldar uma campanha feita, mas, para o blog, se atente ao país e o dispositivo de onde acessa.

Ainda no item Público, clique em Públicos e você encontrará gráficos com a idade das pessoas que visitam seu site, o sexo e a categoria de interesse. Neste último, trata-se do que estas pessoas buscam na internet, por exemplo, esportes, eletrônicos, viagens.

 

O que acessam em seu conteúdo para blog segundo o Google Analytics

 

Dentro do seu Google Analytics é hora de analisar o que é mais acessado em seu site.

No menu lateral esquerdo, clique em Comportamento, abra o item Conteúdo do site e, em seguida, abra Páginas de Destino.

 

 

conteúdo para blog

 

Neste item você verá quais são as páginas mais acessadas e, a partir daí, poderá determinar com mais clareza os assuntos que sua audiência mais tem interesse. Nesta página, analise:

 

  • Página de destino que apresenta maior número de sessões
  • Taxa de rejeição
  • Duração média da sessão

 

Claro, aferir completamente todas as variáveis é o ideal, mas apenas estas já lhe dirão muita coisa.

Faça uma lista por assunto mais acessado (partindo dos que mais tem acesso, em ordem decrescente). Cinco assuntos já é o suficiente e poderá gerar mais pautas.

 

Pronto!

 

O público já foi identificado, os assuntos mais acessados também já foram encontrados.

A pesquisa confere com o que você tinha em mente? Não precisa responder aqui =)

 

Na sua lista de itens mais acessados, o que poderia ser destrinchado, ou melhor dizendo, o que poderia render mais artigos?

 

Como as pessoas buscam pelo assunto na internet?

 

Quando estamos imersos em um projeto ou uma empresa, sabemos como buscar pelo serviço ou produto que oferecemos na internet.

O que não levamos em consideração é a maneira como o cliente ou possível cliente realiza esta pesquisa. Então, volte uns passos para trás e tente pensar como seu cliente, se coloque em seu lugar. Como você, leigo do assunto, faria uma pesquisa? Que termos utilizaria?

Parece simples, mas não é. Como foi dito, é comum estar imerso ao seu projeto, por isso, torna-se muito difícil pensar como cliente.

Você precisará se esforçar para encontrar a palavra-chave que quer trabalhar no texto para blog. Já está definido possíveis temáticas para seu texto, agora, é necessário fazer uma lista com termos ou frases com que as pessoas buscariam por este assunto.

Somente liste.

 

O segundo passo é abrir o seu Google Adwords. Você irá pesquisar frase por frase e verificará quantas buscas por este tema existem, ou seja, é útil.

 

 

 

No menu superior do Adwords, clique em Ferramentas, em seguida, na coluna Planejamento, clique em Planejador de palavras-chave.

Coloque a frase no campo especificado e inicie a pesquisa. Se a frase for constantemente utilizada, ela irá aparecer na íntegra e ao lado a média de buscas mensais por ela. O conteúdo para blog deve se pautar nestes dados para que os textos sejam mais precisos e correspondam às expectativas dos leitores.

A palavra-chave deve ter relação com o tema do seu texto, claro. E agora é só escrever.

 

Se você não sabe como escrever, leia também Como qualquer pessoa pode escrever um artigo para blog que converta aqui.

 

Dicas para um bom texto

 

Percorrido todo este caminho, é a hora de escrever. Enquanto uma agência de Relações Públicas especializada em conteúdo, seguimos algumas dicas do livro Redação em Relações Públicas, de Marina Martinez Nunes.

 

  • Seja objetivo ao escrever.
  • Escreva de maneira clara. Isso ajuda a organizar as ideias de quem escreve e de quem lê.
  • Redija frases curtas, mas não sacrifique as ideias e o conteúdo para blog.
  • A precisão no que é escrito, aliada aos itens já dispostos aqui, evitam interpretações erradas.
  • O seu texto pode e deve ser harmonioso, seja coerente.
  • É possível ser educado e polido ainda que a mensagem a ser transmitida não seja agradável. É uma questão de prática.
  • Sempre revise seu texto. Pode ser uma nota, artigo, conteúdo para blog, release. Verifique se está claro, se a gramática está correta, etc. Se necessário, solicite que um terceiro revise.

 

E aí? Clareou as ideias? Conta aqui nos comentários o que achou!

Formada em Relações Públicas pela Fapcom, atuou por 8 anos no terceiro setor com comunicação na temática Segurança Pública. Hoje é responsável pela redação do Profissão Hoteleiro e Relações Públicas na Agência Clave.

O que aprendi atendendo mais de 90 empresas nos últimos 2 anos

Estive à frente de todos os projetos da Agência Clave – Criação de conteúdo digital, e atendi pessoalmente todos os clientes que necessitaram de nossos serviços.

Fiz desde consultorias (cerca de 50% deles) até uma simples tomada de briefing.

Em muitos casos tive que entrar de cabeça no projeto destes clientes, entender suas motivações econômicas e filosóficas, as que mantêm seus respectivos projetos.

Afinal, escrevemos textos sobre estas empresas e é preciso ser coerente e representar a realidade, destacar o que elas possuem de melhor.

Sou relações públicas e trabalho com conteúdo e imagem digital focado no Marketing Digital, portanto é natural que esta lista de lições que aprendi durante estes atendimentos, sejam direcionadas para o relacionamento entre empresas e seus públicos (clientes, parceiros, funcionários, fornecedores, etc.).

Todo negócio tem como base os relacionamentos, por isso a importância deste texto, na minha opinião.

Isso também explica o porquê é importante oferecer um excelente atendimento seja qual for seu negócio.

 

 

Para quem será útil este artigo?

 

Este artigo será útil principalmente para empresas que prestam serviços ou empresas B2B. Mas também para empresas onde o produto é impalpável ou minimamente subjetivo, como o nosso de criação de conteúdo, ou seja, para a maioria das prestadoras de serviços.

Para empresas que fabricam ou comercializam produtos físicos, terá uma utilidade menor, mas, leia mesmo assim, vai valer a pena.

 

Perfil destas empresas que atendi

 

Antes de listar cada lição absorvida no atendimento destes últimos 2 anos, é importante saber o porte e a proporção delas. Um levantamento rápido em meus controles aponta estes números aproximados:

 

5%  Empresas iniciais: que não possuem nada na internet e precisam começar tudo do zero;

10%  Empresas de pequeno porte: em sua maioria, o dono e uma equipe menor que 5 colaboradores;

20%  Empresas pequenas: com dois funcionários, geralmente sócios ou o dono e um ajudante;

65%  Grandes empresas: com altos faturamentos e grande equipe de colaboradores.

 

Cerca de 60% delas situam-se em São Paulo e as demais espalhadas por todo o Brasil. Em mais de 90% dos casos tratei diretamente com o dono da empresa ou familiar com alto comando. Apenas em 10% dos casos falei com o responsável pelo Marketing ou Comunicação da empresa.

 

Método para formular esta lista (pule direto pra lista se já estiver ansioso)

 

Claro que o aprendizado é amplo demais, é muito conteúdo. Determinei, então, que os itens mais relevantes e que mereciam compor esta lista são os que foram comuns a todas as empresas (alguns coincidiram entre a grande maioria), pois, assim, seria uma lista relevante para boa parte dos leitores, como você, por exemplo!

Não é um ranking. A ordem das lições que aprendi não obedecem a nenhuma hierarquia. É importante não classificar nenhum item acima do outro, todos são igualmente importantes. Resolvi enumerar apenas para organizar as informações.

Por que decidi fazer este compilado de aprendizagem e tornar o texto público?

 

Notei que os responsáveis com que conversei de cada empresa compartilharam muitas informações riquíssimas de experiências positivas e negativas, e sempre agregaram para o atendimento seguinte. Eu, instintivamente, usava isso nos atendimentos posteriores para indicar ações ou apontar o que poderia ou não funcionar.

Então, passei a classificar este aprendizado conscientemente e alguns deles pretendo compartilhar aqui (não todos, afinal tenho que garantir certa vantagem competitiva).

No entanto, separei os que tem potencial de impactar positivamente qualquer negócio, quero que seja útil para quem tiver acesso a este artigo em nosso blog.

Minha expectativa é que mais pessoas compartilhem nos comentários experiências semelhantes e até opostas, pretendo receber críticas e sugestões para maximizar o meu aprendizado e compartilhar elas aqui em futuras edições neste artigo. Por isso, comente depois que ver a lista, seja o que for, vai tornar o conteúdo mais rico.

Com isso em mente, pensei que poderia ser um bom conteúdo para todas as empresas… Logo, o resultado é este artigo que está lendo. Aproveite!

 

 

 

1. Quando ouvir “Pode me fazer um desconto” traduza para “quero fechar com você, mas não estou 100% seguro”

Quem já fez negócios comigo, tomou consulta ou só bateu um papo (geralmente de horas) já me ouviu dizer algo parecido. Defendo para que meus clientes pensem assim e atuo em meus negócios da mesma forma. Mas vou explicar...

Normalmente, os descontos solicitados não vão impactar na verba do cliente, mas ter a “sensação” de estar pagando menos, ou melhor de “ter levando uma vantagem”, por menor que seja, ajuda a trazer mais segurança ao contratar você. Então devo ceder?

Não! Nunca...

Aqui cabe minha experiência pessoal para exemplificar: Eu faço o cálculo do valor de meus serviços da forma mais justa que eu puder, deve pagar bem a equipe e ter uma boa margem de lucro, cobro o menor valor, mas que atende tudo isso e garanta qualidade excelente.

No meu caso, dar um desconto implica em duas coisas extremamente negativas: 1º - eu comprometo meu lucro ou a remuneração da equipe ou a qualidade do que eu entrego; 2º - Incoerência: Se eu concedi o desconto porque já não cobrei mais barato? É um “vai que cola?” O cliente pode não concluir isso, mas vai sentir algo parecido se ele for uma pessoa justa.

Então como proceder?

Meu conselho nestes casos é trabalhar mais o valor percebido que o cobrado, ou seja, brigue com seus concorrentes na qualidade e não no preço.

Mais claro? Ok! Não dê desconto, dê segurança.

Voltando ao meu exemplo... Foram raras as vezes em que concedi desconto, e geralmente concedi pedindo um prazo maior ou pagamento antecipado, pois isso diminui meus custos e repasso isso para o cliente. Coerência é importante! Recebo o mesmo e todo mundo fica feliz.

Normalmente, apenas nego e dou mais garantias. Meu atendimento é exclusivo e sempre estou disposto a conversar e ouvir, entrego mais que meus concorrentes e busco a melhor qualidade em tudo, entre outras garantias. Sem exagero, isso garante a conversão de mais de 90% nestes casos sem conceder o desconto.

Lembre sempre, se o cliente disser “quero fechar com você hoje, mas faz um desconto” ou “seu concorrente fez mais barato”, ele já tem a propensão de fechar com você, ele só quer segurança, dê isso a ele e ambos vão ser felizes.

2. Nem sempre o cliente quer ouvir um SIM

Pode me dar um desconto? Pode me entregar antes do prazo? Pode me fazer isso que está fora do seu escopo? Você sabe fazer isso?

Imagine responder 'não' para todas estas perguntas e, depois de tantos nãos, o cliente sair satisfeito?

Claro que a resposta negativa é para uma realidade em que não se pode cumprir o pedido, não é antiprofissional dizer que não tem capacidade de entregar algo. Pelo contrário, é o que se espera de um profissional e de uma empresa séria.

Tive contato com muitas empresas que internalizaram a filosofia de sempre dizer sim para o cliente e onde falar não é pecado ou, no mínimo, grosseiro.

A grande maioria dessas 90 empresas que atendi sabem dizer 'não' e conquistam uma confiança ainda maior do cliente, pois quando ouvem um 'sim' deles, este tem muito mais valor. Os clientes aprendem que o 'não' é para o próprio bem do projeto.

Aqui estamos tratando da realidade em que não pode atender um pedido, isso é comum em grandes, médias e pequenas empresas, não existe uma empresa capaz de fazer tudo.

3. Toda relação em que uma das partes ou ambas dependem, é uma relação fadada ao fracasso

Pare e pense, se você não quer manter uma relação de trabalho com alguém, mas é obrigado por alguma multa contratual ou porque depende por outro motivo, a sua produção será a mesma se trabalhar insatisfeito?

As relações de dependência podem ser as mais variadas. Uma multa contratual, ou você só tem um fornecedor para seu produto que mais vende, monopólio, um cliente é responsável pelo grosso de sua renda e inúmeras outras situações.

Quando você depender de uma relação, você se submeterá a vontade do outro lado e para isso, normalmente, você precisará abrir mão de muitas coisas. Algumas vezes envolvem crenças, valores e, em alguns casos, a dignidade da pessoa que comanda a empresa.

Trabalhar insatisfeito, por si, compromete a capacidade de produção, agora, trabalhar sem dignidade compromete suas relações. Assim, como disse anteriormente, as relações são a base de qualquer negócio.

Não desenvolver relações de dependência vale para tudo na vida e pode ser encarado como uma máxima de vida, afinal, imagine um vínculo amoroso onde uma das partes é dependente afetivamente... Esta parte vai precisar de terapia em algum momento da vida, além de ser incapaz de fazer a outra feliz.

Aqui na Clave não tenho contratos com período mínimo, mantenho meus clientes contando com a vontade deles em estar comigo. É a relação mais saudável possível. Meu trabalho se resume em mantê-los satisfeitos. Se eu manter isso, eles vão ser fiéis e ainda me recomendar.

Isso é tão bom que gostaria muito que todos eles aplicassem em seus negócios. Se todos agissem assim, nossa sociedade seria mais saudável, mas tenho consciência que isso é uma ação para os virtuosos e justos.

Não é fácil e nunca vai ser, mas vale muito o esforço.

4. O coração manda mais nas decisões de negócios que a mente

O clássico conflito entre a razão e o sentimento...

Vou frisar aqui novamente: o sentimento é quem decide se vai fechar o negócio.

Claro, não é só o sentimento, ele não é o único fator de decisão, mas ele é o que você deve alcançar de seu cliente ou parceiro para fechar o negócio.

Podemos entender como sentimento nos negócios os mais comuns, como: segurança (item 1 desta lista); empatia; afinidade; vontade ou desejo; entre outros.

O sentimento, por parte do cliente, é percebido mais no início e no fim da negociação, geralmente quando vai tomar a decisão.

É importante considerar o sentimento e buscar alcançá-lo de forma positiva.

É ideal que o primeiro contato gere algo positivo, que se mantenha nas negociações e que o cliente esteja munido deste sentimento quando for tomar a decisão de fechar ou não com você.

A avaliação que ele fará de sua postura, serviços, atendimento e tudo mais que é subjetivo, não é cognitiva ou através de um método.

Imagine alguém criando fórmulas em uma planilha para avaliar o seu atendimento ou postura, é algo quase impossível de acontecer.

Eles avaliam cognitivamente, conscientes, com a razão e lógica, o valor, o que vai receber em troca, forma de pagamento, etc.

Mas, se tudo isso estiver na média, o que a pessoa sente em relação a você vai fazer com que ela decida por fechar contigo em detrimento de seus concorrentes.

Em muitos casos, nem a pessoa vai saber dizer o porquê fechou com você.

E como garantir bons sentimentos do seu cliente em relação a você?

Bom, existem muitas coisas que pode fazer. A imagem é a primeira preocupação que deve ter. A imagem é o que ele percebe em cada contato com você. A soma de todas as imagens percebidas por ele constrói sua reputação.

Não tem segredo, boa parte das dicas aqui nesta lista responde à pergunta.

Seja coerente sempre! Se for honesto e transparente em tudo, isso será natural, basta que se preocupe em mostrar isso.

A técnica vai variar de acordo com as particularidades de cada negócio. Poderia citar alguns exemplos, mas não convém tomar muito espaço aqui para eles, além de que, o que caberia aqui não cobriria sequer metade da realidade.

Portanto, se sentir a necessidade de exemplos dentro da sua realidade, pode falar diretamente comigo (Inbox) pelo WhatsApp, basta enviar seu número ou solicitar o meu pelo formulário de contato aqui ou em meu LinkedIn pessoal clicando aqui

Bora seguir a lista...

 

5. Amizade, amizade, negócios no meio! Quem separa negócios e amizades tem má intenção.

Exatamente isso!

Também pensei em um outro título “Trate seus clientes como trata um amigo”, mas aí ficaria menos atraente e não resume esta lição que aprendi:

Conclua comigo: se o seu serviço ou produto é bom, se você faz o seu melhor, se você é honesto, por que seu negócio não é bom para um amigo?

Quem criou e dissemina o dito popular “Amigos, amigos, negócios à parte”, claramente, é do tipo que deixa clientes e parceiros insatisfeitos, gosta de manter as pessoas dependentes dele para engolir sua dignidade como expliquei na lição 3 (eu sei... é forte a frase, mas é a realidade) e é o tipo de brasileiro acostumado com o “jeitinho brasileiro” de resolver as coisas.

Este prestador de serviço/ empresa que separa amizades de negócios, claramente tem más intenções em suas relações profissionais ao ponto de não ter coragem de oferecê-lo um amigo.

Não necessariamente é uma má pessoa. Se fosse má pessoa, ele ofereceria para um amigo de infância e o deixaria insatisfeito. Pessoas más dão golpes em amigos e familiares.

Mas estou falando do tipo de pessoa, que não é má, mas conserva más intenções de maneira inconsciente.

No Brasil, adotamos uma cultura em que algumas situações erradas, mas comuns, não são tão erradas assim e passam a ser encaradas como corretas. Como prometer mais do que pode cumprir ou cobrar mais do que vale alguma coisa, ou omitir dados, parecer ser e não ser, entre outras.

Encarar essas situações como normais e se consolar dizendo: “mas todo mundo faz” ou chamar propina de “um cafezinho”, são exemplos da forma que encontraram para se sentir bem consigo mesmo moralmente e dormir em paz.

Mas, a realidade é que não é correto. Portanto, indico que tratem e até desenvolvam amizades com seus clientes e parceiros, forneçam seus serviços para amigos, misture tudo isso. Se não consegue, reveja seus serviços, pode ser que esteja errando em alguma etapa, acerte isso e seja feliz.

O mais importante, e é algo que apliquei com sucesso nos meus negócios:

Trate um lead ou cliente que acabou de conhecer como seu amigo, olhe e fale com ele como você fala com seu amigo de infância. Uma pessoa que acabou de conhecer merece 100% de sua confiança, cabe a ela manter isso ou não.

Garantias nos relacionamentos não existem, só temos o voto de confiança, mas vou discorrer isso um pouco mais na próxima lição que aprendi.

Por hora, pense que se quer um voto de confiança de seu futuro cliente ou cliente atual para que ele pague e contrate seu serviço ou produto, faça sua parte primeiro e dê o voto de confiança.

6. Se decepcione com 10 relações para ter uma relação que valha por 20

Dispor de 100% de sua confiança para uma pessoa que acaba de conhecer é difícil e rende muitas decepções ao longo do caminho.

Vale ressaltar aqui que não estou dizendo para emprestar dinheiro ou passar a escritura de sua casa para uma pessoa que conheceu ontem, não é isso. Aliás, se uma pessoa que você conheceu ontem pedir algo assim ela já não fez por merecer 100%, talvez 90%, 80% ou menos, depende da situação.

Você tem a obrigação de dar seu voto de confiança assim que conhece alguém e, se a pessoa achar que vale a pena manter relacionamento com você, pessoal ou profissional, ela fará por merecer e, talvez, ser um amigo ou amiga fiel no futuro.

É uma ótima forma de selecionar pessoas boas para seguir a caminhada dos negócios com você, afinal, ninguém alcança seus objetivos sozinho.

As decepções fazem parte desta caminhada, é necessário passar por elas, mas por mais dura que sejam, uma pessoa que valha e mereça sua confiança vale por 20 ou mais. Ela apaga todas as suas decepções anteriores.

É preciso ter maturidade emocional, aprender a lidar com as decepções e superá-las.

Assim como as derrotas e as quedas de qualquer empreendedor, as decepções são um caminho para o sucesso e desenvolvimento de suas virtudes.

Perdoar não significa insistir na relação fracassada, mas, sim, livrar-se de mágoas e seguir em frente.

7. Inicie uma relação oferecendo e não pedindo

Iniciar uma relação nova apenas oferecendo, sem pedir nada ou oferecendo mais do que pedindo, pode parecer algo inconcebível para alguns e óbvio no trato com os outros.

A realidade? Raramente alguém atua no mundo dos negócios assim.

Em todas essas 90 relações eu sempre busquei oferecer algo e não pedir nada. Já atendi empresas que não me contrataram, mas passei mais de 3 horas prestando uma espécie de consultoria, mesmo sabendo que ele não iria me contratar.

Eu ofereço o que posso e não me custa muito. Na maioria das vezes, ofereço de boa vontade e com prazer, sempre. Inicialmente, de forma pessoal e instintiva, hoje em dia já faz parte de nossos processos e estudo implementar em nossa filosofia enquanto empresa.

Esta postura elevou nossas avaliações de atendimento e muitos clientes e parceiros classificaram nossa agência como excelente.

Outro grande benefício quando se oferece sem pedir nada, ou oferece mais do que pede é que a outra parte estará mais aberta para suas propostas futuras. Você rompe a barreira da desconfiança e, ao menos, a pessoa vai te ouvir e avaliar o que tem para dizer.

Isso só não vai funcionar se a outra parte não for uma pessoa correta, se ela for arrogante, se conserva nela uma postura esnobe, entre outras características próprias de pessoas desprovidas de virtudes. Existem muitas situações em que posturas como esta que defendo não vão funcionar, minoria, mas existem. Mas isso é bom, vai livrar você de relações ruins para os negócios e, para você pessoalmente, também.

Aquela empresa? A que prestei mais de 3 horas de consultoria e não fechou comigo?

Ela me indicou outras duas que fecharam e vieram já com uma boa percepção do meu atendimento.

Faça as contas que for, calcule o que precisar e sempre vai concluir: Você nunca perde quando oferece algo de boa vontade, aliás, você sempre ganha dobrado tudo aquilo que oferece.

8. O óbvio é a informação mais relevante

Pois é, às vezes não consideramos isso, mas é a uma realidade. O óbvio não só é a informação que deve dar, mas como é o que geralmente ninguém fala, e pior, tende a fazer o oposto.

Aqui será mais fácil dar um exemplo:

Foi muito comum, durante este período de crise econômica, falar com empresas que estavam vendendo menos, tiveram quedas expressivas decorrente da crise recente.

Algumas dessas empresas resolveram cortar custos e, salvo algumas variações, a frase que ouvia era a seguinte:

“Estou vendendo menos e tenho que cortar verba do marketing e da comunicação”

Vou traduzir para ficar claro:

“Estou vendendo menos, vou resolver diminuindo o setor que me faz vender mais”

É... parece aqueles tratamentos antiquados na medicina em que se tratava anemia drenando sangue do paciente.

Neste caso, o óbvio não foi visto pelo cliente e eu precisei alertá-lo que esta decisão não iria sequer remediar a crise, mas, sim, intensificá-la. Além do risco de levar a empresa a falência. Pode parecer simples, mas encontrei muita dificuldade em explicar isso, tive que usar até metáforas como a do tratamento de drenar o sangue.

E isso se repete diariamente em relação aos meus serviços e confesso que deixo passar muitas delas, que se eu alerto o cliente, evita muitos prejuízos futuros, mas estou fazendo o possível e evoluindo neste sentido junto com eles e prosperando no caminho correto.

Kotler já alertou que é comum dar muita atenção ao custo de realizar algo e nenhuma atenção ao custo de não realizar.

 

Considerações pessoais

 

Tem muitas mais lições que aprendi que mereciam estar nesta lista, mas não julguei ainda se convém colocar aqui. Pretendo editar futuramente e coloca-las.

Comente aqui o que achou e aponte se já lidou com alguma situação dessas ou se já aplicou alguma dessas lições e, também, os resultados que teve.

Se quiser bater um papo comigo sobre estas lições, eu estou sempre disponível e acessível. Mande mensagem pelo LinkedIn aqui  ou pelo formulário de contato com o seu WhatsApp, Skype, Hangout, ou o que preferir e vamos falar sobre estas lições. Tenho certeza que vou aprender mais com esta conversa e poder pautar futuras edições neste artigo.

 

 

Relações Públicas e fundador da Agência Clave. Blogueiro de diversas empresas e promotor de práticas digitais mais honestas e transparentes. Um eterno orgulhoso das boas avaliações que recebe de seus clientes. Um brasileiro otimista.

Conteúdo sem estratégia de comunicação é um barco prestes a afundar

Muitas pessoas, no anseio por aumentar as visitas em seus sites e, consequentemente, as conversões, focam na produção de conteúdo em quantidade em detrimento da qualidade e relevância. Realizam um estudo simplificado de palavras-chave e geram dezenas de textos. Nada contra, afinal esta é uma das formas de estar visível.

Vale conferir o manual “Como qualquer um pode escrever um artigo para blog que converta”.  Para ler depois, clique aqui.  estratégia de conteúdo

Criar apenas porque quer ranquear no Google pode ser um barco com um furo, que está prestes a afundar. Isto porque, dentre muitas razões, o conteúdo precisa ser relevante, ter uma utilidade real para o leitor.

Imagine quão potencializado seu conteúdo poderia ser caso seguisse uma estratégia de comunicação, com várias práticas conjuntas, com sinergia, onde o propósito é o sucesso da sua empresa!

 

 

estratégia de conteúdo

 

CONTEÚDO INTEGRANTE DA ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO

A comunicação é um grande guarda-chuva que permite muitas ações focando um ou mais objetivos. Ao realizar um planejamento detalhado de comunicação é possível:

  • Ter controle sobre o que está sendo feito. É uma visão macro, holística, onde tudo se converte ao seu objetivo, que pode ser atrair mais visitantes e tornar-se conhecido, aumentar suas vendas, ser referência em seu tipo de negócio, tornar sua imagem mais positiva.
  • Estabelecer metas em curto e médio prazo e ajustá-las (as ações e metas) conforme vão acontecendo.
  • Produzir conteúdo relevante, com qualidade, antecipadamente. Isso lhe dará folga para redigir textos que tratam de um assunto particular que pipocou no momento, por exemplo, sem atrasar sua estratégia…
  • É por isso que seu plano de comunicação deve corresponder à realidade da sua empresa e do local em que atua.

Através de um planejamento bem estruturado você saberá exatamente quem é seu público e, desta maneira, a linguagem utilizada será personalizada, bem como a mensagem.

 

 

ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO

 

 

É durante a definição do plano que são definidas quais ferramentas serão utilizadas. No caso de conteúdo:

  • Blog;
  • Textos SEO;
  • Assessoria de imprensa;
  • Marketing;
  • Dentre outras.

Cada ferramenta tem seu ponto forte e ao serem trabalhadas conjuntamente podem surpreender.

 

UMA AGÊNCIA DE RP ESPECIALIZADA EM CONTEÚDO

Pode isso?
Claro que pode!

Aqui na Agência Clave prezamos pela imagem do cliente e todos os textos que saem daqui são pensados e desenvolvidos para trazer sucesso e cooperar com seu marketing digital, se este for o caso.

Os conteúdos da Agência Clave agregam muito em qualquer plano de marketing digital e, por ter relevância, acabam por ter uma vida útil muito longa que pode ser explorado durante anos. Estratégias são pensadas a médio e longo prazo.

Como você têm lidado com seu conteúdo?

Equipe de Redação da Agência Clave.

A equipe de profissionais formados em comunicação da Agência Clave eventualmente estuda sobre o que fazem  e compartilham seus novos aprendizados, a fim de disseminar seus conhecimentos.

Blog institucional para público interno

Muitas empresas preocupam-se em criar blog institucional para atrair mais visitantes a seus sites, vender mais produtos, o que não é errado. Um blog institucional pode e deve ser utilizado para comunicar a seus públicos conteúdos de interesse, como novos produtos, nova frente de negócios, crescimento, prêmios e quaisquer outras informações que considere pertinente.

 

blog institucional

 

 

No entanto, o blog institucional pode servir também como um painel para os seus colabores e público interno. Estes também são um público de interesse da empresa e precisam saber o que está acontecendo.

São considerados público interno:

  • Colaboradores
  • Parceiros
  • Sócios
  • Acionistas
  • Terceirizados
  • Investidores

 

O blog institucional em favor da empresa

 

Como qualquer ação realizada na empresa, gerir um blog institucional para público interno requer planejamento e, claro, uma estratégia, para que nem empresa, nem colaboradores sejam prejudicados.

 

  • Uma das maneiras de bem utilizar o blog institucional é oferecer informações completas, de uma só vez. Isso evita desencontros de comunicação, o famoso ruído.
  • Comunicação no momento que acontece – com tudo fresco na mente, não se pode perder o timing da informação. Infelizmente, em muitos blogs a notícia relevante só é publicada semanas após.

 

Quando a comunicação é bem-feita, o colaborador sente-se parte da empresa, sente-se relevante, como de fato é.

Um blog institucional é a ferramenta ideal para renovar o conhecimento da equipe com materiais de apoio, por exemplo, que auxiliarão o dia a dia, para realizar pesquisas internas e com certeza pode ajudar a conquistar as metas da empresa, impulsionando a equipe.

 

Todos precisam ser ouvidos

 

Quando buscamos a palavra ‘comunicação’ no dicionário, encontramos que é o ato de transmitir uma mensagem e receber uma resposta.

 

O blog institucional para público interno precisa ser um espaço seguro para que todos sejam ouvidos. E isso só trará ganhos para a empresa. Ouvindo, evita-se crises que não poderiam ser contornadas com facilidade e, mais uma vez, deixa-se de lado os ruídos na comunicação.

 

 

 

O blog institucional para público interno pode ser aberto a todos?

 

Sim.

A única questão a ser levada em conta é se o conteúdo ali disponibilizado pode ser exposto a todos, integralmente. É o caso, talvez, de informações contendo dados financeiros, dados pessoais, dentre outros.

Para evitar o acesso a essas informações, é possível criar uma área interna no próprio blog onde apenas quem tenha uma senha ou código possa acessar.

Tenha o controle de quem lê as informações, para evitar vazamentos e crises.

 

Confira mais dicas e saiba como qualquer pessoa pode escrever artigos para blog aqui.

 

Formada em Relações Públicas pela Fapcom, atuou por 8 anos no terceiro setor com comunicação na temática Segurança Pública. Hoje é responsável pela redação do Profissão Hoteleiro e Relações Públicas na Agência Clave.

Projeto apoiado por Agência Clave recebe tenista Teliana Pereira

O projeto social Tênis para o Futuro, de Terra Nova – PE, apoiado pela Agência Clave recebe a visita da tenista Teliana Pereira e recebe convite para visitar a Rede Globo local. Em apenas um ano de sua existência, o projeto conquistou muitas coisas. Dentre elas, um prêmio revelação do Instituto Guga Kuerten, entregue pessoalmente pelas mãos do Guga.

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Mas neste um ano, o maior prêmio é ver o sorriso das crianças que participam do projeto, o engajamento e vontade de mudar o rumo de suas vidas, a alegria das pessoas que recebem a cesta básica ofertada, e os laços de amizade que vem sendo construídos. São coisas impossíveis de colocar valor.

Um desses laços de amizade é com a tenista Teliana Pereira, nº 1 no Brasil e 43ª no ranking mundial. A tenista esteve no mês passado visitando o projeto onde conversou com Tiago Moura, fundador, e com as crianças e jovens atendidos.

Para Henrique Souza, Relações Públicas da Agência Clave “A vida é uma luta para todos e não é sempre que temos a oportunidade de ajudar alguém. Quando surge esta oportunidade agarro. Quando surge algo que podemos fazer para mais de 200 jovens, ainda que o mínimo possível não só aproveito como fazemos com a maior satisfação e alegria. Oportunidades assim, de ajudar tantos e nos custar tão pouco em relação… Não caem do céu!”

Conheça o Projeto Tênis para o Futuro, e apoie as crianças e jovens, acesse.

 

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Equipe de Redação da Agência Clave.

A equipe de profissionais formados em comunicação da Agência Clave eventualmente estuda sobre o que fazem  e compartilham seus novos aprendizados, a fim de disseminar seus conhecimentos.

Projeto assessorado pela Agência Clave participa da comemoração de 15 anos do Instituto Guga Kuerten

Na última quinta-feira, o fundador do Projeto Tênis para o Futuro, Tiago Moura, embarcou rumo a Florianópolis – SC, para conhecer o tenista Gustavo Kuerten (GUGA) e o Instituto Guga Kuerten (IGK).

Este convite partiu da mãe do tenista, Alice Thümmel Kuerten, depois de assistir uma reportagem no Esporte Espetacular sobre a vida de Tiago no projeto. Alice convidou o Tiago a pedido de Guga, afim de conhecer melhor o projeto Tênis Para o Futuro e, também, para que Tiago participasse da comemoração dos 15 anos do Instituto. O evento principal desta viagem aconteceu neste domingo (16) e contou com o show de Ivete Sangalo.

O Projeto Tênis para o Futuro é um projeto sem fins lucrativos assessorado pela Agência Clave.

Veja a seguir algumas fotos desse encontro:

Tiago e mae do guga
Tiago Moura e Alice Thümmel Kuerten (mãe do Guga)
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Tiago Moura e Rafael Kuerten (irmão do Guga)
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Guga Kuerten e Tiago Moura

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Confira mais fotos no blog do projeto: FOTOS

Equipe de Redação da Agência Clave.

A equipe de profissionais formados em comunicação da Agência Clave eventualmente estuda sobre o que fazem  e compartilham seus novos aprendizados, a fim de disseminar seus conhecimentos.

Opinião pública nos meios digitais, como administrá-la.

Recentemente, desenvolvendo uma pesquisa sobre opinião pública: como lidar com a controvérsia pública nos meios digitais, qual a diferença em relação aos meios tradicionais?

Aprofundei um pouco mais minha pesquisa e conclui algumas coisas. Aqui compartilho o que eu descobri e conto com a colaboração dos interessados no assunto para dicas, sugestões ou algo que acrescente. Eis a discussão:

É comum, diversas empresas receberem críticas e denúncias de mal atendimento nos meios digitais, também crises podem ocorrer sem aviso prévio e isso é grave. É importante lembrar que, independente da culpa da empresa, é de responsabilidade dela solucionar estes casos.

Hoje a opinião pública está munida de diversas ferramentas nas mídias sociais como Tripadvisor, Foursquare, Facebook, apps mobile diversos, entre outros.

Administrar a controvérsia pública nos meios digitais é um desafio que compete aos que são dotados de basicamente dois talentos: o primeiro é a compreensão dos conceitos teóricos e técnicos, ter a base necessária para tomar decisões que condizem com o que se deseja influenciar; e o mais importante, sensibilidade, para identificar tendências da opinião pública nos meios digitais, sua forma de pensar e de reagir a um determinado estímulo.

É preciso que se tenha bom senso para adequar uma mensagem afim de influenciar o público de forma positiva, do contrário a comunicação pode ter um efeito diferente do que se pretende.

O administrador, como um profissional ou uma agência contratada, da área de comunicação ou não, deve seguir os seguintes pré-requisitos, indispensáveis para o sucesso em administrar a opinião pública dentro dos meios digitais:

 

Quatro pré-requisitos indispensáveis na administração da opinião pública nos meios digitais

 

  • Estudo – é preciso conhecer bem quais os públicos envolvidos, identificar tendências, lideres de opinião, meios de comunicação mais usados e credíveis para os públicos. Durante este processo é importante a imersão do administrador no assunto e contexto. Quanto mais informações e conhecimento acerca do objeto mais poder sobre o mesmo terá. Mantendo sempre uma postura ética.

 

  • Planejamento – é de extrema importância manter um planejamento, por mais que a opinião pública seja dinâmica e imprevisível, pois este ajuda o administrador a manter o foco de suas ações e torna-o menos vulnerável às mudanças que ocorrem com freqüência. Mantendo sempre uma postura ética.

 

  • Respeito a opinião pública – nunca se deve subestimar a opinião pública, ela é sensível a qualquer tentativa de manipulação, e encara estas tentativas de forma negativa, porém em determinados momentos aceita influências, transmitir informações e se comunicar de forma que faça sentindo é a chave para se conectar. Mantenha sempre uma postura ética.

 

  • Avaliação – Acompanhar métodos de avaliação já existentes, constantemente, bem como criar novos meios. É fundamental para antever crises, saber como agir durante a administração da controvérsia e monitorar suas ações com relação a influenciar a controvérsia, bem como desenvolver diretrizes para as próximas ações. É preciso saber o que o público está pensando e dizendo antes, durante e depois de uma crise. Uma postura correta é sempre ouvir, em momentos de crise ou não. Afinal…quem gosta de se relacionar com alguém egocêntrico? Além de tudo, o melhor momento para se tratar uma crise é antes que ela aconteça.

 

Poder conquistado e concedido em opinião pública nos meios digitais.

“É preciso que se entenda poder como capacidade para executar uma ação com eficácia e não como força ou autoridade absoluta.”[1]
Cândido Teobaldo

Indiscutivelmente, a opinião pública possui um poder absoluto, ora manipulado, ora influenciado, ora autônomo, mas ainda assim um poder soberano. Não há poder maior na sociedade e isso deve ser respeitado.

Não se deve ser arrogante ao ponto de menosprezá-la, ignorá-la ou achar que pode ser manipulada sem conseqüências ruins.

Importante para um administrador de imagem e opinião é desenvolver e manter certo poder sobre a opinião pública sempre considerando o poder máximo que é dela.

O poder do administrador de opiniões nos meios digitais é conquistado por ele, através da postura ética e da obediência aos pré-requisitos citados anteriormente, deste modo se ganha credibilidade e “poder” concedido pelo público. Também poder de voz ativa e presença perante os públicos.

Só se obtêm este poder se a opinião pública o conceder. Pode-se afirmar que é um poder conquistado e concedido.

A opinião pública nos meios digitais tem como principal diferença o dinamismo devido ao alto nível de comunicação (comunicação rápida, cheias de recursos, e sem fronteiras) entre os indivíduos. Tudo acontece em minutos.

Outra diferença é a classificação dos públicos nos meios digitais, que no meu ponto de vista é diferente.

A classificação nas novas formas de relacionamento digitais é diferenciada e fogem ao modelo clássico (interno, externo e misto) em que a organização é o centro, mas isto é um assunto para um artigo a parte. (A classificação dos Públicos digitais)

 

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A ética no processo de influenciar a opinião pública pressupõe suprir de informações verdadeiras e de qualidade dos meios digitais, também respeitar seus direitos e limites.

Assim, o administrador da opinião pública não é quem vai incutir uma posição, ideologia ou política ao público, mas sim quem vai conciliar interesses e atuar como mediador que se foca em um resultado positivo sem prejudicar nenhuma das partes com suas respectivas posições e opiniões controversas.

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1 Escrito em um artigo para o portal RP, disponível em: http://www.portalp.com.br/bibliotecavirtual/teobaldodeandrade/teobaldo02/0294.pdf

Relações Públicas e fundador da Agência Clave. Blogueiro de diversas empresas e promotor de práticas digitais mais honestas e transparentes. Um eterno orgulhoso das boas avaliações que recebe de seus clientes. Um brasileiro otimista.

RP: O Lado humano das organizações

Olá, achei muito interessante a postagem de um amigo ontem no facebook. Nesta postagem ele publicou uma imagem da resposta que seu pai recebeu da Volkswagen do brasil na época em que era apenas um bebê.

Seu pai deu-lhe o nome de Wolfgang e descobriu que o diretor da Volkswagen possuía o mesmo nome, inquieto ele mandou uma carta para ele perguntando qual o significado deste nome, uma vez que era um dos poucos no Brasil que tinha o mesmo nome. Uma simples e completa resposta foi redigida e porque não dizer que foi feita com carinho e, obviamente, um Relações Públicas, estava envolvido. Segue a imagem desta carta:

Palavras de sua postagem:

No ano de 1983, meu pai escreveu uma carta para a Volkswagen, pois, ele ficou sabendo que na época o presidente da empresa também se chamava Wolfgang, e como ele tinha o mesmo nome que eu, meu pai escreveu a carta para saber o significado, em seguida recebeu essa carta com a informação. Com muito carinho compartilho ela com vocês depois de praticamente 30 anos. Abraços, Wolfgang Santos

Imagem:

carta-volksvagem-wolfgang-relacoes-publicas
Clique para ler a carta.

Vale repetir a frase que eu uso para definir minha profissão quando me perguntam:

“Quando uma organização sente a necessidade de contratar um relações públicas, ela sente a necessidade de humanizar-se”

Esta carta é um exemplo de humildade e humanismo pois, não existia obrigação de responder, e provavelmente eles não sabiam o significado do nome, mas deu-se ao trabalho de, talvez, pesquisar e responder.

Comente sobre sua definição para esta profissão, se ainda existe pessoas que não entendem ou não valorizam o trabalho de um RP, ou até mesmo se não acha isso importante.

Postagem do Wolfgang:

No ano de 1983, meu pai escreveu uma carta para a Volkswagen, pois, ele ficou sabendo que na época o presidente da…

Posted by Wolfgang Nassif Dos Santos on Thursday, March 21, 2013

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