Blog da Clave

Conteúdo | marketing | RP 2.0

Como um blog de vendas online pode ajudar seu e-commerce

O blog tem o menor custo em relação a outras mídias sociais.

 

Isso se deve ao fato de que uma publicação em um blog de vendas online ou corporativo dura em média 2 anos. São 2 anos que o investimento em apenas uma das publicações continua convertendo.

Considere também que a taxa de conversão do público vindo de seu blog é maior que de outros meios.

 

blog de vendas online

 

Para um negócio promissor, a venda eletrônica precisa ser segura, oferecer diversas formas de pagamento e ter investimento em marketing digital. Deste último item vamos destacar o blog de vendas online. 

Uma das maneiras de tornar o negócio de vendas online mais rentável é investir em um blog de vendas online. O blog de vendas online deve estar associado ao site de vendas, seu e-commerce, e oferecer conteúdo focado nos produtos comercializados na sua empresa e também falar do “universo” que está à orbita de seu produto ou serviço.

 O blog é uma ferramenta importante para a construção da imagem e também para a manutenção da reputação da empresa. Afinal, uma das expectativas de seu possível cliente é saber se pode confiar em sua loja na hora de comprar algo. A confiança é um fator decisivo no momento de concretizar a compra. Uma boa reputação contribui e pesa positivamente no aumento das vendas.

Mas como um blog de vendas online contribui na prática?

 

Para atrair cada vez mais os clientes, os textos publicados no blog de vendas online ou de um e-commerce devem ser relevantes para o público que você quer atingir.

Os temas precisam ser atraentes a ponto de que o internauta sinta desejo em clicar, conhecer o produto e comprar. Por exemplo, se sua loja virtual comercializa maquiagem, que tal publicar textos sobre as atuais tendências, dicas de maquiagem, o batom que deve-se usar para determinadas ocasiões e lugares.

Saber qual é o seu público também é importante, aliás, seus públicos. Normalmente, são mais de um. Ainda no exemplo de maquiagem, os públicos podem ser: revendedores locais; adolescentes que estão aprendendo a usar, profissionais/maquiadoras; senhoras, entre outros. Cada público possui um perfil, expectativas, interesses e necessidades diferentes em torno do que você oferece. Determinar qual deles é o seu principal público ajuda a pautar o assunto que irá abordar no seu blog de vendas online 

OBS.: Se quiser entender um pouco sobre públicos, indicamos os seguintes artigos: Públicos 2.0: Quem são eles? e, também; A Classificação dos Públicos no Novo Modelo de Organizações Online. 

Como um blog de vendas online contribui para minha reputação na internet?

 

 

A reputação é a soma da imagem transmitidas em diversos contatos que sua marca têm com seus públicos.

 

A página na web consolida a identidade corporativa da loja virtual. É a percepção do cliente que ajuda a formar a imagem da empresa e a consolidá-la no mercado. O blog de vendas online, além de informar o seu público sobre produtos e serviços da empresa, é essencial para criar ou solidificar a reputação corporativa. Nele deve conter uma categoria com assuntos “Institucionais” que tratem das conquistas e do dia a dia de sua marca. Toda marca possui seguidores, diferente dos seus públicos (citados acima) estes seguidores são, na prática, fãs da marca, pode ser dois ou três ou centenas, eles são responsáveis pelo sucesso digital de uma marca, eles compartilham e divulgam a marca de forma espontânea além de incentivar e atrair novos seguidores.

A categoria com assuntos institucionais é importante também, para dar transparência ao seu negócio e, assim, conquistar ainda mais a confiança de seus públicos.

Quando a empresa tem imagem positiva diante de seu público-alvo, ela passa credibilidade e segurança. Duas características indispensáveis para o e-commerce. Isso valoriza os negócios e os produtos comercializados. Muitas vezes o consumidor aceita pagar um pouquinho mais caro, mas prefere comprar em uma loja mais confiável.

O objetivo do blog de vendas online é conquistar o cliente até ele sentir vontade de adquirir um de seus produtos e, assim, indicar a sua empresa para amigos e familiares, dando mais visibilidade ao seu negócio.

Atualização – Se o seu blog tem o perfil de deixar o internauta livre para decidir ou não pela compra, mas não costuma ser atualizado com frequência, há um erro que precisa ser corrigido.

O internauta é dinâmico e sempre está em busca de novidades e mais do que isso, de informações detalhadas sobre sua empresa e o seu negócio. Caso o seu blog de vendas online não transmita a credibilidade que seu público procura, ele vai buscar no concorrente o que sua loja virtual não foi capaz de oferecer.

Existem muitos outros ganhos que um blog de vendas online pode proporcionar como aumentar as visitas orgânicas (SEO), espaço para obter feedbacks, espaço para novas parcerias, entre outros… Mas vamos deixar para outros artigos, este já está longo.

 

Vale conferir:

Como ter um blog para e-commerce profissional sem muito trabalho

 

Então, comece hoje mesmo o seu blog e alavanque as vendas no seu e-commerce. Sua empresa só tem a ganhar. Quer saber mais? envie sua dúvida na guia “contato” aqui no menu, nossos especialistas sempre respondem.

 

blog de vendas online
Internet shopping

 

 

O Blog da loja virtual Torch Tools completa um ano e já é sucesso!

O blog da loja virtual de ferramentas Torch Tools (www.torchtools.com.br) completou um ano de vida. A Agência Clave recebeu muitos feedbacks positivos por parte do cliente ao longo do ano. “O blog é importante para nossa loja virtual atualmente, contamos com ele para “emplacar”alguns termos no Google, postar reviews de produtos que comercializamos e nos relacionar com nosso cliente. A aceitação foi positiva”, responde Diego Calcagniti (responsável pela comunicação e marketing da empresa) quando perguntamos sobre a importância do blog.

Sobre a Torch Tools

A Torch Tools comercializa equipamentos, máquinas e ferramentas desde 2006, para os mais diversos segmentos, possui uma variedade de produtos muito ampla das mais consolidadas marcas do mercado.

blog loja virtual

blog loja virtual

 

Sobre o Blog Loja Virtual

A Torch Tools acredita que o compartilhamento de ideias e experiências fomenta o dom que o ser humano tem, que é característico e nos diferencia de outras inteligências, nos tornando únicos em nosso mundo: a capacidade de sonhar e, com isso, de criar. Dentro deste conceito, a Agência Clave desenvolveu o conceito que rege atualmente todos os trabalhos em torno do relacionamento com o cliente e parceiros através do blog da empresa. (clique para saber mais)

Este blog tem a missão de suprir pessoas criativas com inspiração e recursos para desenvolver ao máximo seu potencial criativo.

Neste sentido, a Torch Tools entende que para pessoas talentosas e criativas dois itens são indispensáveis: 1 Inspiração; 2 ferramentas – Afinal toda ideia precisa de ferramentas para tornar-se realidade. Então, todo o conceito deste blog se resume em nossa máxima:

“Toda ideia precisa de ferramentas”

 

blog loja virtual
Clique e conheça o blog

 

 

classificação dos públicos

A Classificação dos Públicos no Novo Modelo de Organizações Online

Público interno e externo não existe mais!?

 

Ainda nos dias de hoje as organizações e escolas brasileiras classificam de forma simplista seus públicos através de uma referência geográfica ou física (públicos internos, externos e mistos) um modelo já ultrapassado até mesmo para o período anterior ao surgimento das mídias sociais.

Chacrinha
“Quem não se comunica se trumbica”

Obviamente esta classificação não é aplicável para as novas organizações onde seus públicos muitas vezes não obedecem aos padrões conhecidos. Como exemplo, podemos tomar as organizações on-line (empresas de e-commerce, blogs, rádios online, grupos de discussões, grupos de pesquisas, etc.) que muitas vezes encontram seus públicos situados geograficamente em diversos locais e muitos destes são essenciais para o funcionamento da organização, como, por exemplo, em grandes blogs em que a equipe de redatores residem e desempenham suas atividades de cidades, estados e em alguns casos de países diferentes.  Também as organizações onde os colaboradores são ao mesmo tempo consumidores como em plataformas “Wiki” que permitem a edição colaborativa de conteúdos. Massimo Di Felice coloca este fenômeno da seguinte forma:

“Pela primeira vez na história da humanidade, a comunicação se torna um processo de fluxo em que as velhas distinções entre emissor, meio e receptor se confundem e se trocam até estabelecer outras formas e outras formas e outras dinâmicas de interação, impossíveis de serem representadas segundo os modelos dos paradigmas comunicativos tradicionais (Shannon-Weaver, Katz-lazarsfeld, Eco-Fabbri etc.).” (Di Felice, 2008 p. 23)

Observa-se do exposto que as novas organizações, em grande parte, não possuem delimitações geográficas/físicas para o seu funcionamento. Entender os públicos com quem interagem fica cada vez mais complicado se utilizar os modelos tradicionais, uma vez que agora os públicos se comportam como redes, onde não exite classificação de importância e poder. Co, tudo, é possível classificar os públicos de forma abrangente para todos os tipos de organizações?

 

O paradigma da classificação dos públicos digitais

Antes de qualquer classificação é preciso romper um paradigma, o   “organocentrismo” (figura 1) onde se pensa na organização como o centro de um universo  e os públicos situam-se em sua órbita. A realidade online ou offline das relações organização-público, na verdade, é de uma interação hipertextual (figura 2), onde todos situam-se em uma malha de nós e conexões e não possuem um centro.
Figura 1
Figura 2

França (2004, p. 102) observa esta realidade e define três critérios pra uma classificação lógica dos públicos: 1 critério de dependência jurídica; 2 grau de participação nos negócios e 3 o nível de interferência. Apesar de já ser uma ruptura de muitos paradigmas ainda são critérios que não suprem a realidade das organizações atuais, pois França cita exemplos em sua classificação lógica de públicos, que contemplam apenas as empresas que visam lucro, além de ser uma teoria voltada para os negócios e pouco se considera as organizações online que muitas vezes não são constituídas de grupos de estudos, expressões artísticas, entre outros.Estas organizações visam um objetivo em comum que não é o lucro – não diretamente – mas são organizações muitas vezes essenciais para outras que pretendem obter lucro a partir da relação com elas. Ou seja, existem muitas organizações, principalmente as digitais, em que se o se expressar a intenção de obter lucro para seus públicos, consequentemente perdem sua força e legitimidade perante os mesmos.

Relação de dependência e interesse com seus públicos

Qualquer relação classificada a partir da dependência das partes é inconveniente, pois toda relação em que uma das partes é dependente da outra é, por natureza, uma relação doente e frágil se comparado com uma relação onde as partes se relacionam e contribuem uma com a outra de bom grado e pela causa ou interesse. O indivíduo ou organização que depende do outro participa de uma relação na qual ele não quer mas precisa.

O que percebemos é que a classificação do mesmo público muda de acordo com o interesse da organização.  É preciso considerar o interesse da organização em determinado público antes de iniciar qualquer classificação lógica.

Assim, em minha humilde opinião, conclui que, o que defasou nos modelos conhecidos de classificação dos públicos, foram os critérios adotados para determinar o método (geograficos, por dependência, importância etc.). Acredito que um critério mais amplo e exato para se elaborar qualquer classificação seria o interesse, pois toda relação possui um interesse, na maioria saudáveis, o qual sustenta a mútua cooperação das partes.

Confira o artigo:

Opinião pública nos meios digitais, como administrá-la.

Relações Públicas e fundador da Agência Clave. Blogueiro de diversas empresas e promotor de práticas digitais mais honestas e transparentes. Um eterno orgulhoso das boas avaliações que recebe de seus clientes. Um brasileiro otimista.