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O Blog da loja virtual Torch Tools completa um ano e já é sucesso!

O blog da loja virtual de ferramentas Torch Tools (www.torchtools.com.br) completou um ano de vida. A Agência Clave recebeu muitos feedbacks positivos por parte do cliente ao longo do ano. “O blog é importante para nossa loja virtual atualmente, contamos com ele para “emplacar”alguns termos no Google, postar reviews de produtos que comercializamos e nos relacionar com nosso cliente. A aceitação foi positiva”, responde Diego Calcagniti (responsável pela comunicação e marketing da empresa) quando perguntamos sobre a importância do blog.

Sobre a Torch Tools

A Torch Tools comercializa equipamentos, máquinas e ferramentas desde 2006, para os mais diversos segmentos, possui uma variedade de produtos muito ampla das mais consolidadas marcas do mercado.

blog loja virtual

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Sobre o Blog Loja Virtual

A Torch Tools acredita que o compartilhamento de ideias e experiências fomenta o dom que o ser humano tem, que é característico e nos diferencia de outras inteligências, nos tornando únicos em nosso mundo: a capacidade de sonhar e, com isso, de criar. Dentro deste conceito, a Agência Clave desenvolveu o conceito que rege atualmente todos os trabalhos em torno do relacionamento com o cliente e parceiros através do blog da empresa. (clique para saber mais)

Este blog tem a missão de suprir pessoas criativas com inspiração e recursos para desenvolver ao máximo seu potencial criativo.

Neste sentido, a Torch Tools entende que para pessoas talentosas e criativas dois itens são indispensáveis: 1 Inspiração; 2 ferramentas – Afinal toda ideia precisa de ferramentas para tornar-se realidade. Então, todo o conceito deste blog se resume em nossa máxima:

“Toda ideia precisa de ferramentas”

 

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Clique e conheça o blog

 

 

classificação dos públicos

A Classificação dos Públicos no Novo Modelo de Organizações Online

Ainda nos dias de hoje as organizações e escolas brasileiras classificam de forma simplista seus públicos através de uma referência geográfica ou física (públicos internos, externos e mistos) um modelo já ultrapassado até mesmo para o período anterior ao da comunicação através das mídias sociais.

Obviamente esta classificação não é aplicável para as novas organizações onde seus públicos muitas vezes não obedecem aos padrões conhecidos. Como exemplo, podemos tomar as organizações on-line (empresas de e-commerce, blogs, rádios online, grupos de discussões, grupos de pesquisas, etc.) que muitas vezes encontram seus públicos situados geograficamente em diversos locais e muitos destes são essenciais para o funcionamento da organização, como, por exemplo, em grandes blogs em que a equipe de redatores residem e desempenham suas atividades de cidades, estados e em alguns casos de países diferentes.  Também as organizações onde os colaboradores são ao mesmo tempo consumidores como em plataformas “Wiki” que permitem a edição colaborativa de conteúdos. Massimo Di Felice coloca este fenômeno da seguinte forma:

“Pela primeira vez na história da humanidade, a comunicação se torna um processo de fluxo em que as velhas distinções entre emissor, meio e receptor se confundem e se trocam até estabelecer outras formas e outras formas e outras dinâmicas de interação, impossíveis de serem representadas segundo os modelos dos paradigmas comunicativos tradicionais (Shannon-Weaver, Katz-lazarsfeld, Eco-Fabbri etc.).” (Di Felice, 2008 p. 23)

Observa-se do exposto que as novas organizações, em grande parte, não possuem delimitações geográficas/físicas para o seu funcionamento. Entender os públicos com quem interagem fica cada vez mais complicado se utilizar os modelos tradicionais, uma vez que agora os públicos se comportam como redes, onde não exite classificação de importância e poder. Co, tudo, é possível classificar os públicos de forma abrangente para todos os tipos de organizações?

 

O paradigma da classificação dos públicos digitais

Antes de qualquer classificação é preciso romper um paradigma, o   “organocentrismo” (figura 1) onde se pensa na organização como o centro de um universo  e os públicos situam-se em sua órbita. A realidade online ou offline das relações organização-público, na verdade, é de uma interação hipertextual (figura 2), onde todos situam-se em uma malha de nós e conexões e não possuem um centro.
Figura 1
Figura 2

França (2004, p. 102) observa esta realidade e define três critérios pra uma classificação lógica dos públicos: 1 critério de dependência jurídica; 2 grau de participação nos negócios e 3 o nível de interferência. Apesar de já ser uma ruptura de muitos paradigmas ainda são critérios que não suprem a realidade das organizações atuais, pois França cita exemplos em sua classificação lógica de públicos, que contemplam apenas as empresas que visam lucro, além de ser uma teoria voltada para os negócios e pouco se considera as organizações online que muitas vezes não são constituídas de grupos de estudos, expressões artísticas, entre outros.Estas organizações visam um objetivo em comum que não é o lucro – não diretamente – mas são organizações muitas vezes essenciais para outras que pretendem obter lucro a partir da relação com elas. Ou seja, existem muitas organizações, principalmente as digitais, em que se o se expressar a intenção de obter lucro para seus públicos, consequentemente perdem sua força e legitimidade perante os mesmos.

Relação de dependência e interesse com seus públicos

Qualquer relação classificada a partir da dependência das partes é inconveniente, pois toda relação em que uma das partes é dependente da outra é, por natureza, uma relação doente e frágil se comparado com uma relação onde as partes se relacionam e contribuem uma com a outra de bom grado e pela causa ou interesse. O indivíduo ou organização que depende do outro participa de uma relação na qual ele não quer mas precisa.

O que percebemos é que a classificação do mesmo público muda de acordo com o interesse da organização.  É preciso considerar o interesse da organização em determinado público antes de iniciar qualquer classificação lógica.

Assim, em minha humilde opinião, conclui que, o que defasou nos modelos conhecidos de classificação dos públicos, foram os critérios adotados para determinar o método (geograficos, por dependência, importância etc.). Acredito que um critério mais amplo e exato para se elaborar qualquer classificação seria o interesse, pois toda relação possui um interesse, na maioria saudáveis, o qual sustenta a mútua cooperação das partes.

Confira o artigo:

Opinião pública nos meios digitais, como administrá-la.

Por: Henrique Souza

Trabalhou como Relações Públicas para hotelaria. Atualmente é assessor de comunicação e planejamento estratégico para hotelaria e Relações Públicas da Agência Clave.